
Adela Esther Tuy Tuy
Adela é uma escritora Maya Kaqchikel de Sololá, Guatemala. Fundou o Up&Up, um coletivo de jovens mulheres indígenas, é embaixadora do Girl Rising e escreve para a The Teen Magazine. Poeta e contadora de histórias publicada, estuda Ciências da Comunicação Social e se dedica a criar espaços onde a juventude indígena e suas histórias sejam vistas e ouvidas.

Ana Yency Lemus Chávez
Ana é uma mulher afrodescendente de herança Panune e defensora ambiental e de direitos humanos de El Salvador. Fundou a Fundação Salvadorenha Afrodescendente Organizada e apresentou propostas para fortalecer a ação climática, reconhecer as comunidades afrodescendentes e proteger seus territórios. Seu trabalho se concentra em justiça climática e inclusão social.

Antumalen Ayelen Antillanca Urrutia
Antumalen é uma liderança Huilliche Mapuche da Isla Huapi, no sul do Chile. Colidera o Epu Lafken Mapu, uma iniciativa comunitária que reúne comunidades indígenas e cientistas para monitorar a qualidade da água dos lagos Ranco e Maihue. Seu trabalho é movido pela proteção de seu território e pela garantia de água limpa para as futuras gerações.

Betzabeth Martínez Gutiérrez
Betzabeth é uma liderança zapoteca de Santiago Matatlán, Oaxaca. Com formação em contabilidade, lidera projetos ambientais desde a infância e depois ampliou seu trabalho para incluir o empoderamento das mulheres indígenas, a preservação da língua e os direitos humanos. Hoje apoia a sustentabilidade comunitária e ações ambientais ligadas à indústria do mezcal.

Ervison Araújo Silva
Ervison, também conhecido como Wrakitã Terê, é uma liderança indígena e aprendiz de pajé do povo Geripankó, no Brasil. Representa o coletivo de juventude Tonã Toá e apoia os direitos indígenas por meio da APOINME. Como primeiro secretário municipal para povos indígenas e quilombolas de sua cidade, trabalha para proteger a terra, a cultura e as futuras gerações.

Gabrielle Pompeu Sodré
Gabrielle é ativista por justiça ambiental do oeste da Bahia, Brasil, onde comunidades seguem enfrentando os impactos da seca, das barragens e do agronegócio. Integra o Movimento dos Atingidos por Barragens, apoiando comunidades que defendem seus direitos e territórios. Seu trabalho conecta lutas locais à justiça climática em todo o Brasil.

Hellen Freitas Ferreira
Hellen é estudante de psicologia e liderança comunitária de Belford Roxo, Brasil. Cofundou o Mais Por Nós, um projeto de apoio a pessoas em comunidades socialmente vulneráveis. Em sua pesquisa na Universidade Federal do Rio de Janeiro, explora raça, gênero, sexualidade e os impactos das mudanças climáticas em comunidades historicamente marginalizadas.

Jeyreel Emanuel Mora Solano
Jeyreel é um ativista social e ambiental afrodescendente da Costa Rica e membro da comunidade LGBTQ+. Como liderança estudantil, organizou grupos de jovens voltados à justiça ambiental, à sustentabilidade e aos direitos humanos. Seu trabalho une ação climática e justiça social para fortalecer a participação juvenil na vida pública.

Juliana Melisa Asprilla Cabezas
Juliana é socióloga da Colômbia e seu trabalho aborda desenvolvimento comunitário, gênero, raça, etnia e construção de paz. Coordenou projetos de educação, saúde mental, prevenção da violência de gênero e empreendedorismo social. Dedica-se a promover a inclusão étnica e racial junto à justiça climática e à equidade no Sul Global.

Rayane da Silva França
Rayane, também conhecida como Yawadj Xipai, é uma estudante indígena da região do Médio Xingu, no Brasil. Estuda Relações Internacionais e é a primeira mulher indígena de seu curso. Seu trabalho aborda questões climáticas, direito internacional, gênero e raça, com o objetivo de ajudar mais jovens indígenas a acessarem e prosperarem nesses espaços.

Sydney Mishel Males Muenala
Sydney é uma ativista Kichwa Otavalo que atua nas áreas de justiça climática, equidade racial e direitos indígenas. Representou sua comunidade em fóruns internacionais, incluindo a COP27 e o Fórum Permanente das Nações Unidas sobre Questões Indígenas. Sua pesquisa e advocacy se concentram nos impactos da mineração e no fortalecimento da liderança indígena e da proteção ambiental.
Relatório de impacto
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FAQ
Perguntas frequentes
Como participo de um programa?
As inscrições para a Bolsa LAYCS abrem uma vez por ano e são anunciadas em nossas redes sociais e por redes parceiras. Acompanhe nosso Instagram e LinkedIn, ou escreva para info@laycs.org para ser avisado quando a próxima chamada abrir.
Qual é a diferença entre a Bolsa e o Fellowship?
A Bolsa é um programa de um ano que prepara bolsistas para participar pela primeira vez das negociações climáticas da ONU, com capacitação, participação integralmente financiada e apoio de justiça linguística. O Fellowship, lançado em 2026, é o passo seguinte: acompanha um pequeno grupo de alumni no aprofundamento de sua expertise e na construção de carreiras de longo prazo em política climática.
Quem pode se inscrever?
A LAYCS apoia jovens lideranças Negras, Indígenas e Pessoas de Cor de toda a América Latina que atuam pela ação climática em suas comunidades. Cada chamada de inscrições detalha os critérios específicos daquela turma.
Posso compartilhar e usar os briefings?
Sim. Publicamos nossos briefings de política para tornar os espaços de negociação mais acessíveis ao movimento jovem. Você pode ler, baixar e compartilhar — e escrever para info@laycs.org se tiver dúvidas ou comentários.
